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Podcasts aproximam marcas de seu público de interesse

Podcasts aproximam marcas de seu público de interesse
Por Aldo Ribeiro – Podcasts aproximam marcas de seu público de interesse

Nos últimos anos, o marketing e a comunicação passaram por uma verdadeira revolução ao serem atropelados pelas inovações tecnológicas. Planejamentos de marketing, campanhas publicitárias, comunicação interna, comunicação institucional, nada ficou imune ao rápido avanço digital. Sem falar nos hábitos das novas gerações. Vivemos uma época disruptiva e quem não se adaptou ficou perdido num passado cada vez mais distante.

Hoje, é quase obrigatório investir em ações de comunicação e marketing que nem existiam há poucos anos. Sempre de olho nos hábitos de consumo e interação do público-alvo das campanhas. Esta é uma variável em constante transformação.

Temos visto a crescente importância de redes sociais e das ferramentas de interação entre marcas e consumidores. Isso vale para comunicação B2C e para B2B. Muitas vezes, o consumidor quer se ligar com as marcas de uma forma mais humana. Se identificar com valores e propósitos. Espera das marcas mais do que uma relação comercial.

Diferentes canais de comunicação

Uma forma eficaz de as empresas garantirem esta ligação com seus consumidores é disponibilizando canais de comunicação que oferecem informações úteis a seu público. O podcast é uma tendência forte. Empresas de vários segmentos estão aderindo a ele. Seu grande apelo é entregar informação em clima de bate-papo. Descontração e informações relevantes garantem simpatia e fidelidade.

Por ser uma ferramenta de comunicação tão atual, o consumo de podcasts vem crescendo em todo o mundo. Podcasts aproximam marcas de seu público. No Brasil, uma pesquisa recente do IAB Brasil em parceria com a Offerwise, revela alguns números interessantes. Segundo o levantamento, em 2021, 76% dos brasileiros ouviram podcast. Um aumento de 36 pontos percentuais em relação ao ano anterior.

Com relação ao perfil dos ouvintes, 36% tem de 35 a 54 anos, 30% de 25 a 34 anos e 24% de 18 a 24 anos. 54% são mulheres, enquanto 60% são da classe C, 35% da B e 5% da A. A frequência com que os brasileiros escutam podcasts também é significativa: 35% escuta podcast 3 vezes por semana ou mais, 20% 2 vezes por semana e 18% 1 vez por semana. 48% dos que acompanham podcasts, aumentariam o tempo dedicado se houvesse mais oferta de conteúdos de seu interesse.

Um ponto a se destacar é que a maioria (53%) ouvem podcast para aprofundar ou conhecer mais assuntos de interesse pessoal. Seguido por obter conhecimento ou saber mais sobre um assunto que conhece pouco (48%) e atualização, consumir notícias, se inteirar sobre o que está acontecendo (40%) – os números somam mais do que 100 porque os entrevistados poderiam optar por mais de um item na resposta. Ou seja, os interessados em podcasts buscam majoritariamente por informação.

Bem interessante destacar também que para 54%, o formato de publicidade mais interessante em um podcast é o anúncio que faz parte do conteúdo. Tudo isso representa uma grande oportunidade para empresas que buscam a tão sonhada conexão com seu público de interesse. Talvez seja hora de sua empresa pensar em um projeto de podcast! Fale conosco!

Metaverso, o futuro que já está em nosso presente

Metaverso, o futuro que já está em nosso presente
Por Aldo Ribeiro – Metaverso, o futuro que já está em nosso presente

Metaverso, NTFs, blockchain. Os termos estão sob os holofotes. Todo mundo já ouviu falar deles, embora pouca gente saiba realmente do que se trata. Mas entender do que estamos falando é essencial hoje em dia quando se pensa em estratégias de marketing e comunicação. É o futuro que já está em nosso presente.

Traduzindo, metaverso seria uma extensão digital de nosso ambiente físico, mesclando o virtual com a realidade aumentada. Um espaço em que gêmeos das pessoas e das coisas interagem de forma virtual. No futuro, teremos uma vida real e uma vida virtual, ambas interconectadas. Pode parecer estranho, mas o conceito não é tão complicado assim.

Para as empresas, entender e participar do metaverso vai ser fundamental. Segundo pesquisa citada por Emma Chiu, Diretora de Inteligência da Wunderman Thompson, 62% dos consumidores dizem que se sentem mais próximos ao interagir com uma marca digitalmente; 66% preferem se envolver com marcas digitalmente; 73% acham mais fácil interagir com marcas com presença digital; e 85% acreditam que a presença digital será essencial para que uma marca seja bem-sucedida no futuro. E mais, 76% dos consumidores dizem que a tecnologia é parte intrínseca de suas vidas, 64% afirmam que sua vida social depende da tecnologia, 62% consideram que as marcas com forte presença digital serão as preferidas. Para 85% esse é um imperativo para as marcas.

NTF é outro conceito importante neste novo mundo virtual. O termo é a sigla em inglês para Tokens Não Fungíveis, um certificado de posse de um bem virtual. Pode ser uma obra de arte, colecionáveis ou um “produto” digital dentro de um game, por exemplo. É ferramenta essencial dentro do metaverso.

Marcas estão atentas

Grandes marcas já trabalham campanhas no metaverso. Lançando produtos inicialmente ou até mesmo exclusivamente no ambiente digital. Alguns exemplos: dentro do game Fortnite, a Fanta criou ambientes para ativação da marca. A Chilli Beans optou pelo GTA V, criando uma ilha digital no servidor do Subversion Roleplay. Ali “aconteceu” no final de 2021 o evento Superdose, apresentando os lançamentos da marca com performances e shows exclusivos. Neste ambiente, colaboradores e público interagem com seus avatares, “entrando” em lojas e fazendo atividades de lazer. Já a Ambev utilizou o ambiente do game para criar o bar Brahma no GTA, onde lançou a long neck da Brahma duplo malte.

A Literal Link tem se especializado nos últimos anos em atender clientes deste universo digital. Somamos seis clientes da área da tecnologia blockchain e de NTFs. Projetos envolvendo assessoria de imprensa e conteúdo para redes sociais que resultaram em grande número de inserções em veículos nacionais e de países como China, Alemanha, França, Estados Unidos, Hungria, Espanha, Malásia, entre outros. Fale conosco!

Tendências para redes sociais em 2022

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Por Aldo Ribeiro – Tendências para redes sociais em 2022

O portal Comunique-se publicou recentemente um artigo de opinião assinado por Orkut Buyukkokten – sim, ele mesmo, o fundador do pioneiro e falecido Orkut e atual CEO da Hello Network. O tema, claro, redes sociais e suas tendências para 2022. Vale uma atenção para o texto. Em meio a polêmicas, oportunidades de negócios e tendências de comportamento, as plataformas sociais são um tema obrigatório para entender a comunicação do século XXI.

Entre as tendências apontadas por Orkut, algumas são óbvias, como o formato dos acessos. A migração dos desktops para o mobile tem se intensificado a cada ano e em 2022 os dispositivos móveis serão dominantes em todo o mundo.

Outro ponto que não surpreende, mas deve ser observado com atenção é a questão do formato predominante para entrega dos conteúdos. Continua muito forte a migração do feed de notícias para os stories. A popularidade dos vídeos só vai crescer. E, como parte desta tendência, existe o fenômeno da TikTokização. Ou seja, outras redes sociais vão tentar se aproximar do modelo do TikTok e seus famosos vídeos verticais de dancinhas.

E para quem não leva a rede criada na China muito a sério, considerando coisa de adolescente, é bom lembrar que seu potencial comercial não é desprezível. Recentemente o TikTok anunciou para março deste ano, nos Estados Unidos, o lançamento do TikTok Kitchen, ferramenta em que vídeos de receitas serão transformados em pratos reais para serem pedidos pelos usuários.

Outras tendências

E hábitos de consumo foi outro tema apontado. Cada vez mais os usuários das redes sociais estão se convertendo também em consumidores. Uma clara tendência a se comprar diretamente no feed, durante a navegação descomprometida. Para Orkut, este tipo de consumo em breve deve superar compras feitas pelos e-commerces e pela Amazon.

Outra interessante ponderação de Orkut foca nos criadores de conteúdo. Para ele, esta é a profissão do futuro, abrindo grandes oportunidades para que pessoas compartilhem seus conhecimentos e experiências. E cita dados da SignalFire, uma gestora de capital de risco americana, indicando que existem cerca de 50 milhões de criadores em todo o mundo, sendo a quarta carreira mais desejada entre as crianças britânicas de 7 a 11 anos.

Complementando a análise, Orkut Buyukkokten destacou ainda como tendências para o ano a adesão a comunidades; a moderação de conteúdo, como forma de transformar o ambiente em um espaço mais seguro e livre de notícias falsas; usuários mais atentos e exigentes ao tratamento de seus dados para garantir sua privacidade, tendência impulsionada pela entrada em vigor no ano passada da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais; mudanças de algoritmos em algumas redes sociais para ampliar o consumo e distribuição de conteúdo; as redes sociais estarão mais integradas a hardwares, como carros e relógios.

Vamos acompanhar com atenção as novidades. Na Literal Link oferecemos pacotes completos de serviços em redes sociais, como produção de conteúdo, consultoria e Ads. Fale conosco!

Funcionários influenciadores: uma tendência

funcionários influenciadores
Por Aldo Ribeiro – Funcionários influenciadores: uma tendência

No final do ano passado, o Grupo de Pesquisa Influcom (Comunicação, Influência e Visibilidade em tempos de plataformas sociais digitais), da Faculdade Cásper Líbero, publicou um interessante relatório intitulado “10 Tendências de Comunicação, Influência e Dados”. A coordenação do estudo foi da Prof. Dra. Carolina Terra.

Entre os tópicos, uma interessante abordagem sobre “Funcionários: novos influenciadores digitais?”, assinado por Lidiane Faria, Head de Recruitment Marketing e Employer Branding em uma HR tech. O funcionário influenciador, ou Employee Advocacy, é o colaborador de uma empresa, notoriamente ativo nas redes sociais, que usa estes canais para defender a marca, falar de suas virtudes e boas práticas.

A principal vantagem aqui é que o reconhecimento de uma organização como boa empregadora tem um efeito muito positivo em sua imagem, não só entre potenciais contratados. Uma empresa que garante um bom ambiente para seus colaboradores representa valores positivos para o público em geral. Por conta disso, empresas já usam a estratégia como forma de impulsionamento de sua imagem e reputação.

Como era de se esperar, o LinkedIn desponta como a principal rede para uma estratégia de Employee Advocacy. É a ferramenta adequada para os colaboradores falarem de clima organizacional, conquistas profissionais e disseminar informações positivas sobre seu empregador.

Para empresas que focam na captação e retenção de talentos, a estratégia é fundamental. A percepção é de que ninguém melhor para falar sobre carreira e ambiente de trabalho do que os próprios colaboradores.

Embaixadores da marca

Empresas que pretendem investir em uma estratégia de incentivo a funcionários influenciadores devem implementar projetos de embaixadores da marca e campanhas de comunicação interna. E o investimento neste tipo de ação é altamente compensador. Lidiane cita o estudo Edelman Trust Barometer, apontando que conteúdos compartilhados por colaboradores podem receber até 8 vezes mais engajamento em relação aos canais oficiais da marca. Embora os dados sejam de 2014, podem dar uma boa medida do potencial deste tipo de ação.

Como estruturar um projeto de embaixadores da marca? O ideal é começar com um diagnóstico de clima entre os colaboradores. A partir disso, identificar quem são os potenciais influenciadores e estabelecer mecanismos de incentivo e facilitação para os produtores dos conteúdos sobre a organização.

Incentivos não significam necessariamente remuneração financeira. Existem várias formas de engajar o pessoal, como brindes, vantagens e ferramentas de reconhecimento. Uma das tendências é a gamificação de plataformas de comunicação interna, incentivando a concorrência interna.

Se interessou pelo tema? A Literal Link desenvolve projetos focados em buscar a melhor estratégia para a sua necessidade. Nosso trabalho com uma multinacional norte-americana do segmento de TI gerou como resultado para as redes do cliente crescimentos de 55,38% para LinkedIn, 128% para Facebook e 184% para Instagram. O case foi apresentado para outras unidades internacionais do grupo. Fale conosco!

Como funciona o trabalho de uma agência de comunicação

Trabalho de uma agência de comunicação
Por Aldo Ribeiro – Como funciona o trabalho de uma agência de comunicação

No último texto, falei sobre como uma empresa pode iniciar seu investimento em marketing optando por uma agência. Agora, vamos entender um pouco como funciona o trabalho de uma agência de comunicação e como o cliente pode utilizar os serviços dela em prol da empresa em que gerencia.

Um bom primeiro passo é iniciar com um pacote de assessoria de imprensa. Com um custo bem mais baixo do que uma campanha publicitária em canais tradicionais – como emissoras de TV, rádio, jornais e revistas – a assessoria atinge os mesmos veículos. E com uma vantagem extra: por se tratar de mídia espontânea, ou seja, as informações sobre a marca serão veiculadas em espaços editoriais, a credibilidade junto ao público consumidor tende a ser muito maior.

Ao iniciar o trabalho de assessoria de imprensa, a agência deverá fazer uma imersão no cliente para conhecer a empresa, seus produtos e objetivos. Dado isso, elabora um planejamento que definirá as metas da divulgação, público-alvo e veículos (jornais, revistas, mídia eletrônica e online). Esta etapa é como desenhar um mapa para construir um relacionamento com jornalistas, focando na divulgação das informações da marca assessorada. Isso é feito por meio de distribuição de press releases, sugestões de pauta, notas e fotos. A agência poderá também convidar jornalistas para eventos ou para encontros informais com o cliente.

O que vem depois da assessoria de imprensa?

A assessoria de imprensa vai abrir o caminho para o conhecimento da marca, fazendo com que um grande número de pessoas tenha contato com ela. Como complemento do trabalho, a agência pode incluir o relacionamento com influenciadores digitais. Com a realidade das novas mídias, estes profissionais têm conquistado um espaço cada vez maior junto ao público consumidor, com canais no Instagram, no YouTube, no Facebook e em blogs. Dependendo do produto a ser divulgado, os influenciadores podem representar o principal canal de divulgação. Para trabalhar com eles, a assessoria vai mapear as principais referências do mercado do cliente e promover ações, como o envio de produtos, e organizar eventos para estes influenciadores.

Outro serviço fundamental para uma boa estratégia de comunicação é o conteúdo para redes sociais. LinkedIn, Facebook e Instagram são importantes tanto para a divulgação quanto como instrumento de vendas. As agências de comunicação oferecem pacotes com conteúdo (texto e design) para redes sociais, incluindo SAC 2.0 e monitoramento.

Estas são apenas algumas ações que podem ser facilmente implementadas por uma boa assessoria de comunicação, garantindo um ótimo custo-benefício para o cliente.

Quer implementar um serviço de comunicação na sua empresa? A Literal Link pode ser uma boa opção. Entre em contato conosco!

Investimento em comunicação: por onde começar?

investimento em comunicação
Por Aldo Ribeiro

Seja no caso de uma empresa que está iniciando ou de uma já estabelecida no mercado, mas sem cultura de investimento em comunicação, começar um trabalho de divulgação demanda uma avaliação do cenário. É preciso que se tenha bem claro quais são os objetivos com este investimento: tornar o negócio (mais) conhecido? Aumentar vendas? Ampliar mercados? Estes são alguns dos inúmeros alvos que podem estar no horizonte do empresário que decide investir em comunicação.

Lembre-se, você pode não entender nada de marketing e comunicação, mas deve entender muito bem de seu negócio. Saber quais são as suas fraquezas e os seus pontos fortes, assim como as suas demandas para o crescimento. Com isso em mente, defina as suas metas. Ter um cenário claro é muito importante para passar o briefing para o seu fornecedor de comunicação, que deverá elaborar a estratégia adequada para o seu plano.

Para quem realmente não tem a menor ideia de como e por onde começar o investimento em comunicação, um bom plano é procurar um consultor de marketing. Um profissional autônomo que vai fazer uma avaliação do negócio e indicar o melhor caminho para a conquista dos objetivos do empreendedor. Com isso, deverá indicar fornecedores para a execução do plano de divulgação. Funciona, mais ou menos, como um arquiteto que desenha o interior de uma casa e indica onde os móveis serão comprados, quem vai instalar as cortinas, etc.

Mas como escolher um consultor de marketing? O ideal é ter alguma referência prévia. Logo, um bom caminho para conseguir a indicação de um profissional de confiança são os departamentos de marketing de universidades. Outra opção, ideal para quem não quer investir muito nesta etapa inicial, é o Sebrae, que oferece consultorias em várias áreas, entre elas o marketing, por preços bem acessíveis.

Não consigo investir em um consultor de marketing agora. O que eu faço?

Para quem quer pular a etapa – e o custo – do consultor de marketing, o caminho é contratar diretamente uma agência de comunicação. Hoje, existem diversas categorias de agências: de comunicação, digital, de publicidade, de conteúdo, entre outras. Se você está dando os seus primeiros passos, o melhor é trabalhar com uma agência de comunicação. Entre os serviços oferecidos por estas agências estão assessoria de imprensa, comunicação interna, produção de conteúdo digital e estratégia de Ads (anúncios). Retomando a comparação da contratação do arquiteto, esta opção seria como partir direto para uma compra em uma loja de móveis planejados. Eles vendem os móveis e, de quebra, incluem o projeto.

Em uma agência de comunicação, o cliente vai encontrar um cardápio de serviços que podem atender as suas demandas. Ao procurar este tipo de agência, o contratante pode buscar um ou mais serviços específicos ou solicitar uma avaliação das necessidades de seu negócio. Neste caso, os profissionais farão um diagnóstico e apresentarão uma proposta de trabalho para o atendimento, que pode ser pontual ou para uma demanda mais longa. Em contratos de vários meses a contratação é feita por meio de fee mensal.

Quer conhecer mais sobre o assunto? A Literal Link pode ser uma opção para você e a sua empresa. Entre em contato conosco!

Comunicação: custo ou investimento?

Comunicação: custo ou investimento?
Por Aldo Ribeiro

Bob Fifer é um renomado conferencista e consultor empresarial americano. Formado pela Harvard Business School, é autor do livro “Dobre Seus Lucros” (Editora Agir, 2014). Tendo como base a análise de mais de 100 das 500 maiores empresas norte-americanas selecionadas pela revista Fortune, o livro ensina como maximizar lucros reduzindo gastos. Fifer é implacável: “administrar uma empresa lucrativa é um exercício diário de cortar custos desnecessários”, diz, advogando entusiasmadamente pelo cuidadoso trabalho de evitar despesas.

Mas, há uma ressalva: custos estratégicos não devem ser cortados.

Explicando melhor, segundo Bob Fifer, toda empresa bem administrada e lucrativa divide seus custos em duas categorias, os estratégicos e os não estratégicos. Na segunda categoria estão todos os custos necessários ao funcionamento da empresa, mas que não geram negócios de forma direta e clara. Entram aí os chamados custos administrativos e operacionais. Estes podem, e devem, ser reduzidos ao mínimo necessário, ou seja, o gestor precisa incansavelmente encontrar brechas para restringir os gastos não estratégicos.

Por outro lado, os custos estratégicos representam tudo o que gera negócios ou faz aumentar os lucros diretamente. O autor cita nesta categoria pesquisa e desenvolvimento, equipe de vendas e publicidade, o que seria melhor definido como a comunicação da empresa, já que entendemos a publicidade como um dos braços de uma estratégia comunicativa bem alinhada.

Voltando a Fifer, o autor sentencia que o papel do administrador é garantir que:

  1. A empresa gaste mais do que os concorrentes em custos estratégicos e gaste esse dinheiro nos tempos bons e maus.
  2. A empresa reduza ao mínimo possível os custos não estratégicos.

Quando investir em custos estratégicos?

Ainda discorrendo sobre o tema, o Bob Fifer destaca que, mesmo se a empresa estiver em momentos de dificuldade financeira, deve manter o investimento em comunicação: “O dinheiro gasto em marketing é dinheiro estratégico; os custos estratégicos garantem a vida da empresa a longo prazo. As despesas de marketing devem ser mantidas nos bons e nos maus tempos. Você pode reduzir tudo o mais, mas nunca reduza a verba de marketing quando os negócios vão mal”.

Conclusão de tudo isso? Dinheiro aplicado em comunicação não é gasto, é investimento. E dos bons! Toda empresa, não importa o seu porte, deve reservar uma parcela de seus recursos para isso. Desde, é claro, que o investimento seja feito com critério, bem assessorado e com mecanismos de mensuração para comprovar os bons resultados.

Nós podemos te ajudar nisso! Quer saber como? Fale conosco!

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Comunicação: fundamental para empresas de todos os portes

Importância da comunicação
Por Aldo Ribeiro

No Brasil, as micro e pequenas empresas representam 27% do PIB, segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Apesar de ser um país notoriamente pouco amigável para as iniciativas de empreendedorismo, o brasileiro não se assusta com as dificuldades da burocracia e dos entraves de nosso Estado atrasado. Ele arregaça as mangas e vai em busca do sonho do negócio próprio.

Já na largada, os desafios são grandes, começando pelo nosso burocrático processo de abertura de uma empresa. Apesar de alguns avanços pontuais nos últimos anos, o Brasil ainda é um dos países em que é mais complicado abrir um negócio. E a lista de entraves para a manutenção de uma empresa é grande: dificuldade de acesso ao crédito, sistema tributário complexo, incertezas na economia do país, entre outros desafios.

Em meio a tudo isso, muitas empresas de pequeno porte deixam de fazer um investimento que pode representar a diferença em sucesso ou fracasso, crescimento ou estagnação, lucro ou prejuízo: a comunicação.

Existe muito desconhecimento e incertezas quando se pensa em divulgação. É frequente o empresário ter dificuldade em entender a diferença entre marketing, publicidade, assessoria de imprensa e comunicação digital. Pouco ou nada se sabe quanto aos custos envolvidos.

Muitos desconfiam da efetividade destas ações, considerando que não precisam do serviço e estariam “jogando dinheiro fora”. Há, também, uma parcela significativa de pequenos empresários que acreditam que sua empresa não tem porte para investir em comunicação. Que o investimento seria adequado apenas a negócios maiores. Pensamentos que não poderiam estar mais equivocados, já que comunicação é para todos.

Afinal, qual a importância da comunicação?

Numa época de concorrência acirrada, não é possível imaginar que somente uma teia de relacionamentos e o popular “boca a boca” serão suficientes para tornar uma marca ou um negócio conhecidos por seus potenciais clientes. Nem mesmo contando com uma boa equipe de vendedores se pode prescindir do suporte da comunicação.

São justamente os novos e/ou pequenos negócios que mais precisam reservar parte de seus investimentos em ações de comunicação, visto que é a forma mais eficiente de conquistar clientes e mercados. Não basta fazer um produto bem feito ou entregar um serviço de qualidade. É preciso que os potenciais consumidores saibam disso.

É um bom investimento procurar entender melhor as opções que podem ser adotados para cada porte de empresa e a importância da comunicação para todas as ações, ou seja, entender as diferenças entre assessoria de imprensa, publicidade e marketing digital. A Literal Link tem sido parceira de empresas de todos os portes no desafio de criar uma boa comunicação com seus públicos.

Tem alguma dúvida sobre como divulgar a sua marca? Fale conosco!

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