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Como funciona o trabalho de uma agência de comunicação

Trabalho de uma agência de comunicação
Por Aldo Ribeiro – Como funciona o trabalho de uma agência de comunicação

No último texto, falei sobre como uma empresa pode iniciar seu investimento em marketing optando por uma agência. Agora, vamos entender um pouco como funciona o trabalho de uma agência de comunicação e como o cliente pode utilizar os serviços dela em prol da empresa em que gerencia.

Um bom primeiro passo é iniciar com um pacote de assessoria de imprensa. Com um custo bem mais baixo do que uma campanha publicitária em canais tradicionais – como emissoras de TV, rádio, jornais e revistas – a assessoria atinge os mesmos veículos. E com uma vantagem extra: por se tratar de mídia espontânea, ou seja, as informações sobre a marca serão veiculadas em espaços editoriais, a credibilidade junto ao público consumidor tende a ser muito maior.

Ao iniciar o trabalho de assessoria de imprensa, a agência deverá fazer uma imersão no cliente para conhecer a empresa, seus produtos e objetivos. Dado isso, elabora um planejamento que definirá as metas da divulgação, público-alvo e veículos (jornais, revistas, mídia eletrônica e online). Esta etapa é como desenhar um mapa para construir um relacionamento com jornalistas, focando na divulgação das informações da marca assessorada. Isso é feito por meio de distribuição de press releases, sugestões de pauta, notas e fotos. A agência poderá também convidar jornalistas para eventos ou para encontros informais com o cliente.

O que vem depois da assessoria de imprensa?

A assessoria de imprensa vai abrir o caminho para o conhecimento da marca, fazendo com que um grande número de pessoas tenha contato com ela. Como complemento do trabalho, a agência pode incluir o relacionamento com influenciadores digitais. Com a realidade das novas mídias, estes profissionais têm conquistado um espaço cada vez maior junto ao público consumidor, com canais no Instagram, no YouTube, no Facebook e em blogs. Dependendo do produto a ser divulgado, os influenciadores podem representar o principal canal de divulgação. Para trabalhar com eles, a assessoria vai mapear as principais referências do mercado do cliente e promover ações, como o envio de produtos, e organizar eventos para estes influenciadores.

Outro serviço fundamental para uma boa estratégia de comunicação é o conteúdo para redes sociais. LinkedIn, Facebook e Instagram são importantes tanto para a divulgação quanto como instrumento de vendas. As agências de comunicação oferecem pacotes com conteúdo (texto e design) para redes sociais, incluindo SAC 2.0 e monitoramento.

Estas são apenas algumas ações que podem ser facilmente implementadas por uma boa assessoria de comunicação, garantindo um ótimo custo-benefício para o cliente.

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Investimento em comunicação: por onde começar?

investimento em comunicação
Por Aldo Ribeiro

Seja no caso de uma empresa que está iniciando ou de uma já estabelecida no mercado, mas sem cultura de investimento em comunicação, começar um trabalho de divulgação demanda uma avaliação do cenário. É preciso que se tenha bem claro quais são os objetivos com este investimento: tornar o negócio (mais) conhecido? Aumentar vendas? Ampliar mercados? Estes são alguns dos inúmeros alvos que podem estar no horizonte do empresário que decide investir em comunicação.

Lembre-se, você pode não entender nada de marketing e comunicação, mas deve entender muito bem de seu negócio. Saber quais são as suas fraquezas e os seus pontos fortes, assim como as suas demandas para o crescimento. Com isso em mente, defina as suas metas. Ter um cenário claro é muito importante para passar o briefing para o seu fornecedor de comunicação, que deverá elaborar a estratégia adequada para o seu plano.

Para quem realmente não tem a menor ideia de como e por onde começar o investimento em comunicação, um bom plano é procurar um consultor de marketing. Um profissional autônomo que vai fazer uma avaliação do negócio e indicar o melhor caminho para a conquista dos objetivos do empreendedor. Com isso, deverá indicar fornecedores para a execução do plano de divulgação. Funciona, mais ou menos, como um arquiteto que desenha o interior de uma casa e indica onde os móveis serão comprados, quem vai instalar as cortinas, etc.

Mas como escolher um consultor de marketing? O ideal é ter alguma referência prévia. Logo, um bom caminho para conseguir a indicação de um profissional de confiança são os departamentos de marketing de universidades. Outra opção, ideal para quem não quer investir muito nesta etapa inicial, é o Sebrae, que oferece consultorias em várias áreas, entre elas o marketing, por preços bem acessíveis.

Não consigo investir em um consultor de marketing agora. O que eu faço?

Para quem quer pular a etapa – e o custo – do consultor de marketing, o caminho é contratar diretamente uma agência de comunicação. Hoje, existem diversas categorias de agências: de comunicação, digital, de publicidade, de conteúdo, entre outras. Se você está dando os seus primeiros passos, o melhor é trabalhar com uma agência de comunicação. Entre os serviços oferecidos por estas agências estão assessoria de imprensa, comunicação interna, produção de conteúdo digital e estratégia de Ads (anúncios). Retomando a comparação da contratação do arquiteto, esta opção seria como partir direto para uma compra em uma loja de móveis planejados. Eles vendem os móveis e, de quebra, incluem o projeto.

Em uma agência de comunicação, o cliente vai encontrar um cardápio de serviços que podem atender as suas demandas. Ao procurar este tipo de agência, o contratante pode buscar um ou mais serviços específicos ou solicitar uma avaliação das necessidades de seu negócio. Neste caso, os profissionais farão um diagnóstico e apresentarão uma proposta de trabalho para o atendimento, que pode ser pontual ou para uma demanda mais longa. Em contratos de vários meses a contratação é feita por meio de fee mensal.

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Comunicação: custo ou investimento?

Comunicação: custo ou investimento?
Por Aldo Ribeiro

Bob Fifer é um renomado conferencista e consultor empresarial americano. Formado pela Harvard Business School, é autor do livro “Dobre Seus Lucros” (Editora Agir, 2014). Tendo como base a análise de mais de 100 das 500 maiores empresas norte-americanas selecionadas pela revista Fortune, o livro ensina como maximizar lucros reduzindo gastos. Fifer é implacável: “administrar uma empresa lucrativa é um exercício diário de cortar custos desnecessários”, diz, advogando entusiasmadamente pelo cuidadoso trabalho de evitar despesas.

Mas, há uma ressalva: custos estratégicos não devem ser cortados.

Explicando melhor, segundo Bob Fifer, toda empresa bem administrada e lucrativa divide seus custos em duas categorias, os estratégicos e os não estratégicos. Na segunda categoria estão todos os custos necessários ao funcionamento da empresa, mas que não geram negócios de forma direta e clara. Entram aí os chamados custos administrativos e operacionais. Estes podem, e devem, ser reduzidos ao mínimo necessário, ou seja, o gestor precisa incansavelmente encontrar brechas para restringir os gastos não estratégicos.

Por outro lado, os custos estratégicos representam tudo o que gera negócios ou faz aumentar os lucros diretamente. O autor cita nesta categoria pesquisa e desenvolvimento, equipe de vendas e publicidade, o que seria melhor definido como a comunicação da empresa, já que entendemos a publicidade como um dos braços de uma estratégia comunicativa bem alinhada.

Voltando a Fifer, o autor sentencia que o papel do administrador é garantir que:

  1. A empresa gaste mais do que os concorrentes em custos estratégicos e gaste esse dinheiro nos tempos bons e maus.
  2. A empresa reduza ao mínimo possível os custos não estratégicos.

Quando investir em custos estratégicos?

Ainda discorrendo sobre o tema, o Bob Fifer destaca que, mesmo se a empresa estiver em momentos de dificuldade financeira, deve manter o investimento em comunicação: “O dinheiro gasto em marketing é dinheiro estratégico; os custos estratégicos garantem a vida da empresa a longo prazo. As despesas de marketing devem ser mantidas nos bons e nos maus tempos. Você pode reduzir tudo o mais, mas nunca reduza a verba de marketing quando os negócios vão mal”.

Conclusão de tudo isso? Dinheiro aplicado em comunicação não é gasto, é investimento. E dos bons! Toda empresa, não importa o seu porte, deve reservar uma parcela de seus recursos para isso. Desde, é claro, que o investimento seja feito com critério, bem assessorado e com mecanismos de mensuração para comprovar os bons resultados.

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